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	<title>SIMPLES NACIONAL &#8211; Juridicon &#8211; Soluções Contábeis</title>
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		<title>Sublimite do Simples Nacional para 2026 é mantido em R$ 3,6 milhões</title>
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				<pubDate>Tue, 25 Nov 2025 02:22:24 +0000</pubDate>
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				<description><![CDATA[Portaria CGSN nº 54/2025 confirma aplicação uniforme do sublimite para ICMS e ISS em todos os estados, exigindo atenção redobrada do setor contábil no planejamento das empresas. A Secretaria-Executiva do Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN) confirmou o sublimite de receita bruta anual de R$ 3,6 milhões para efeito de recolhimento do ICMS e do ISS no ano-calendário de [&#8230;]]]></description>
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<p class="has-medium-font-size"><strong>Portaria CGSN nº 54/2025 confirma aplicação uniforme do sublimite para ICMS e ISS em todos os estados, exigindo atenção redobrada do setor contábil no planejamento das empresas.</strong></p>



<p>A Secretaria-Executiva do Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN) confirmou o sublimite de receita bruta anual de R$ 3,6 milhões para efeito de recolhimento do ICMS e do ISS no ano-calendário de 2026. A definição consta na Portaria CGSN nº 54, de 17 de novembro de 2025, publicada no Diário Oficial da União (DOU) na última quarta-feira (19).</p>



<p>O valor será aplicado de forma uniforme para estabelecimentos optantes do Simples Nacional em todos os Estados e no Distrito Federal, já que nenhum ente federativo manifestou interesse em adotar sublimite inferior.</p>



<p style="font-size:28px"><strong>Limites do Simples Nacional em 2026</strong></p>



<p>Para o ano-calendário de 2026, o limite máximo federal do Simples Nacional permanece em:</p>



<p>1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;R$ 4,8 milhões de receita bruta anual (sem alterações em relação a 2025).</p>



<p>Já para o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e Imposto Sobre Serviços (ISS), o teto autorizado para recolhimento dentro do regime simplificado continua sendo:</p>



<p>1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;Sublimite estadual/municipal: R$ 3,6 milhões.</p>



<p>Assim, empresas que ultrapassarem o sublimite, mas não excederem R$ 4,8 milhões, permanecem no Simples Nacional apenas para tributos federais.</p>



<p style="font-size:28px"><strong>Base normativa da decisão</strong></p>



<p>A portaria foi assinada pela vice-presidente do CGSN com fundamento:</p>



<p>1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;Na Lei Complementar nº 123/2006;</p>



<p>2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;No Decreto nº 6.038/2007;</p>



<p>3.&nbsp;&nbsp;&nbsp;No Regimento Interno do CGSN (Resolução nº 176/2024);</p>



<p>4.&nbsp;&nbsp;&nbsp;E no art. 11, § 2º, da Resolução CGSN nº 140/2018, que disciplina os sublimites adotados por Estados e DF.</p>



<p style="font-size:28px"><strong>O que o profissional contábil deve observar com a manutenção do sublimite</strong></p>



<p>A manutenção do sublimite nacional em R$ 3,6 milhões exige um acompanhamento ainda mais preciso da receita acumulada ao longo do ano. Para empresas que operam próximas ao limite, a contabilidade deve monitorar mensalmente a evolução do faturamento e projetar cenários para evitar surpresas na virada do exercício. Um controle insuficiente pode resultar em mudança obrigatória e repentina do regime de ICMS e ISS.</p>



<p>Outro ponto de atenção é o impacto operacional para clientes que ultrapassam o sublimite. A migração parcial para o regime normal envolve novas obrigações acessórias, ajustes na emissão de notas fiscais, adaptações no sistema de gestão e readequação do fluxo de caixa diante do recolhimento fracionado dos tributos. Esses elementos precisam ser explicados com clareza ao empresário, que muitas vezes desconhece as implicações na rotina.</p>



<p>Também é importante reforçar a revisão de cadastros, CNAEs e códigos fiscais dos produtos e serviços, já que a empresa passará a se submeter integralmente às regras estaduais e municipais. Cada estado possui particularidades relacionadas ao ICMS e ao ISS, o que demanda atenção redobrada do contador ao orientar o cliente e evitar inconsistências ou autuações futuras.</p>



<p style="font-size:28px"><strong>Quando a empresa ultrapassa o sublimite: o que muda?</strong></p>



<p>Ao exceder a receita de R$ 3,6 milhões no ano, a empresa deixa de recolher ICMS e ISS pelo Simples Nacional e passa ao regime normal somente para esses tributos, mantendo-se no Simples para as contribuições federais.</p>



<p>Os efeitos variam conforme o percentual de excesso:</p>



<p><strong>1. Excesso inferior a 20% do sublimite</strong></p>



<p>1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;A empresa continua no Simples para todos os tributos até 31 de dezembro do ano da ultrapassagem;</p>



<p>2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;A partir de janeiro seguinte, ICMS e ISS passam ao regime normal.</p>



<p><strong>2. Excesso superior a 20%</strong></p>



<p>1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;A saída do ICMS e ISS para o regime normal ocorre de imediato.</p>



<p>Na prática, os impactos exigem atenção às novas obrigações acessórias, mudanças de alíquotas, regras de substituição tributária e adequações nos sistemas fiscais.</p>



<p style="font-size:28px"><strong>Novas obrigações acessórias: EFD Fiscal ganha protagonismo</strong></p>



<p>Com a migração para o regime normal de ICMS e ISS, a empresa passa a ser obrigada a transmitir:</p>



<p style="font-size:28px"><strong>EFD ICMS/IPI (Escrituração Fiscal Digital)</strong></p>



<p>1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;Registro mensal de documentos fiscais emitidos e recebidos;</p>



<p>2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;Apuração de débitos e créditos de ICMS;</p>



<p>3.&nbsp;&nbsp;&nbsp;Informações econômico-fiscais;</p>



<p>4.   Transmissão ao SPED.</p>



<p>Para muitos pequenos negócios, a EFD é vista como uma das obrigações mais complexas, exigindo maior estrutura contábil e controle operacional.</p>



<p style="font-size:28px"><strong>Como ficam as notas fiscais após ultrapassar o sublimite?</strong></p>



<p>É comum que, no início do ano, o sistema da Secretaria da Fazenda (Sefaz) demore alguns dias para atualizar o regime tributário da empresa, mesmo após a mudança automática registrada no PGDAS-D e no ambiente do CGSN.</p>



<p>Por isso:</p>



<p>1.   A nota fiscal deve ser emitida conforme o regime que constar no sistema no momento da emissão.</p>



<p>2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;Após a atualização da Sefaz, a empresa deve realizar ajustes e complementações das alíquotas de ICMS, seguindo as orientações de cada Estado.</p>



<p>O procedimento evita rejeições de notas e garante a correta apuração do imposto devido.</p>



<p style="font-size:28px"><strong>Impacto para o planejamento tributário em 2026</strong></p>



<p>A manutenção do sublimite uniformizado em R$ 3,6 milhões facilita o planejamento de micro e pequenas empresas, evitando mudanças abruptas nas regras estaduais. Porém, reforça a necessidade de controle rigoroso da receita acumulada ao longo do ano — especialmente para negócios que operam próximos ao limite.</p>



<p>Profissionais contábeis devem orientar seus clientes sobre:</p>



<p>1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;Projeção de faturamento;</p>



<p>2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;Possíveis impactos da saída parcial do Simples;</p>



<p>3.&nbsp;&nbsp;&nbsp;Necessidade de revisar cadastros fiscais;</p>



<p>4.&nbsp;&nbsp;&nbsp;Preparação para novas obrigações acessórias;</p>



<p>5.&nbsp;&nbsp;&nbsp;Ajustes de margem e precificação frente às alíquotas do regime normal.</p>
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