Ainda há espaço para o empreendedorismo no Brasil?

A resposta para esta dúvida que permeia a cabeça de muitos que desejam abrir um negócio próprio é sim!

Ter um negócio “para chamar de seu” é o sonho de muitos milhões de brasileiros. Mas, antes de lançarem suas ideias à prova e mergulharem no mar de oportunidades que vem se apresentando, boa parte deles ainda se pergunta se há espaço para o empreendedorismo no Brasil. A resposta, para colocar um fim definitivo a esta insegurança bastante comum, é um animador sim.

E vem de quem entende do assunto: o diretor da People+Strategy, João Roncati. “Com a tecnologia, isso se transformou globalmente. Hoje, pequenas empresas são competitivas e estão tirando o mercado de grandes corporações”. Segundo ele, até o fim do século XX, apenas companhias de porte mais avantajado tinham chance. Isso era devido, sobretudo, às elevadas somas de capital para investir em processos e em todo o restante. No entanto, com o advento e a facilidade de disseminação da tecnologia, ter um negócio próprio se tornou algo um pouco mais “fácil”.


Pesquisas apontam o aumento no empreendedorismo


Prova é a Pesquisa Global Entrepreneurship Monitor (GEM) que, no Brasil, é realizada em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). Dados do estudo apontam que, em 2019, a taxa de empreendedorismo no país era de 38,7%. Tal percentual corresponde a 53,4 milhões de pessoas com idades entre 18 e 64 anos que estão “à frente de alguma atividade empreendedora, envolvidos na criação de novos empreendimentos, consolidando um novo negócio ou realizando esforços para manter um empreendimento estabelecido”.

As notícias são ainda mais animadoras quando comparadas aos anos anteriores. Em 2002, por exemplo, eram somente 20,9%. Em 2010, veio a primeira marca histórica (32,3%); a segunda foi alcançada em 2015 (39,3%). Estes números mostram que os brasileiros têm aproveitado as lacunas que aparecem, como bem apontou Roncati. “Existe um sem-número de oportunidades surgindo no mercado para aqueles que têm boas ideias possam criar um novo negócio ou concorrer com um negócio que já está estabelecido pulando a barreira do capital”.

E neste ponto pode surgir uma nova e importante pergunta: “Como surfar nesta onda sem ter uma grande soma de dinheiro para investir”? Para João a resposta é, relativamente, simples: “sendo mais produtivo e atendendo melhor aos clientes daquela indústria”. Atendimento diferenciado; ter a ciência de que o produto que se está oferecendo é competitivo e inovador; investimento constante e contar com um departamento comercial antenado com o mercado são alguns dos pontos fundamentais para vencer as grandes e se destacar em um “mar que está para peixe”. Basta ter vontade e saber onde pescar.

Fonte: https://www.contabeis.com.br/noticias/45516/ainda-ha-espaco-para-o-empreendedorismo-no-brasil/

Conciliação financeira é fundamental para a tomada de decisão

A conciliação financeira é o instrumento que melhor analisa a real situação da empresa. Quando realizada de forma correta, mostra, eficientemente, onde foram realizados os pagamentos, despesas e investimentos no período considerado.

A conciliação financeira é o instrumento que melhor analisa a real situação da empresa. Quando realizada de forma correta, mostra, eficientemente, onde foram realizados os pagamentos, despesas e investimentos no período considerado. O problema é que boa parte das empresas ainda não consegue realizar uma boa conciliação, o que impacta no controle financeiro e na tomada de decisão.


A realidade é que a conciliação atua como um espelho, que demonstra pontos fortes e fragilidades da empresa. O desafio é que, em muitos casos, não recebe a prioridade necessária e é efetuada sem a devida seriedade. Pequenos erros de cálculo ou a não-visualização de todo o cenário importante levam a um retrato parcial e ilusório.


Em um ano de desafios financeiros históricos para as empresas, não ter o raio-x completo do panorama econômico do negócio pode trazer sérias dificuldades à definição de estratégias e novas formas de atuação. Em linhas gerais, o empresário que não conhece a realidade de sua empresa, muito provavelmente terá problemas para identificar os caminhos viáveis à sua frente.


Há recursos que podem contribuir para a efetividade da conciliação, como o BPO Financeiro. Ao transferir a um parceiro especializado a análise e o controle de todos os dados de responsabilidade do departamento financeiro, o coração da empresa, ganha-se em assertividade. O time responsável pelas rotinas financeiras deve trabalhar de forma precisa, em parceria com os dados contábeis confiáveis, definindo custos, pagamentos, despesas e investimentos, o que o obriga a efetuar uma conciliação bancária minuciosa e clara.


Erros operacionais podem ser minimizados, a partir do momento em que cada informação financeira é avaliada em tempo real, com a correta classificação do destino de pagamentos. E é necessário que toda a conciliação seja feita, desde a bancária, até a do caixa, cartões de débito e crédito, adiantamento a clientes e fornecedores etc.


O BPO financeiro precisa de conhecimento contábil completo, o que leva o profissional que realiza esse serviço à ter acesso a notas fiscais, por exemplo, eliminando em até 95% as possíveis pendências e erros de registro. Mais uma vez a parceria com a contabilidade é fundamental, uma vez que toda a orientação com informações legais, emissão de guias, revisão de alíquotas de impostos e análise tributária valida o trabalho do BPO financeiro.


O trabalho inteligente de conciliação também permite a identificação de saídas financeiras desnecessárias, como taxas bancárias, juros e seguros, interrompendo o “escape” e permitindo correções de rota relevantes, que fazem a diferença para o empresário.


Em linhas gerais, podemos dizer que a conciliação é um dever de casa fundamental a qualquer tipo de negócio que precisa rever despesas e estratégias em um cenário desafiador. O foco no core business é essencial ao empresário, mas as análises e acompanhamentos financeiros necessários para auxiliar a tomada de decisão podem ser delegadas a parceiros eficientes.

Fonte: https://www.contabeis.com.br/artigos/6341/conciliacao-financeira-e-fundamental-para-a-tomada-de-decisao/